Ficha de Notícia

Artigo de Opinião

Inovar em RH

Lisboa

27 de Março de 2017


Com o amadurecer do mercado, as empresas de Gestão de Talento tendem a alargar valências: já não assentam apenas no fornecer mão-de-obra, mas abrangem serviços complementares à gestão do talento. Agregam valor através de software, hardware, infraestruturas, equipamentos, viaturas, consultoria, formação, entre outras. Cada vez mais, um projeto de RH significa uma gestão partilhada e corresponsável da operação, com uma imersão na realidade específica da empresa cliente.
 
Então, o que significa inovar em Recursos Humanos?
Será a inovação a capacidade de fazer mais com menos recursos, de permitir novos (e elevados!) níveis de eficiência em processos produtivos, administrativos ou financeiros?
 
Acreditamos noutro caminho. Na Talenter™, continuamos focados na resposta à tríade “Expectativas – Necessidades – Realidade” dos clientes, mas assumimos que o foco da verdadeira inovação na prestação do serviço não está no desenvolvimento de novas formas de o prestar mas sim nas pessoas que o realizam. 
Por este motivo, procuramos ser motor na criação das melhores práticas de gestão de talento, desenhá-las e reajustá-las à nossa realidade e estamos constantemente a redefinir a forma como gerimos pessoas. A nossa proximidade às universidades e a parceiros que nos aportam uma visão fraturante do que sempre foi feito, permite-nos uma forma de estar e executar as tarefas mais leve e com maior capacidade de adaptação a novos desafios. A inovação assenta maioritariamente neste desafio, de estarmos constantemente em loop de autoconhecimento: das pessoas, do projeto, do cliente. De como podemos planear melhor o projeto sem cairmos numa rigidez executante; de como podemos ser um agente proactivo na construção de projetos de carreira para os envolvidos; de como podemos incrementar as oportunidades de pensar e fazer diferente. 
 
Esta cultura de inovação é necessariamente assente na permeabilidade ao risco, abrindo espaço para a aprendizagem com erros e falhas; é dependente de uma cultura de transparência e comunicação entre todos os envolvidos; por fim, assenta numa política assumida de compromisso com o futuro, alinhando estratégia, concorrência e contexto. Com o confluir destas dimensões, cria-se o espaço certo para que cada gestor/a de projeto esteja perfeitamente confortável em ser um/a melhor profissional e em gerir o projeto de forma ética, competente e eficiente para o cliente. A vantagem? Fidelização de colaboradores e clientes, a consequência da inovação ao serviço da qualidade.
 
Rita Duarte
Desenvolvimento & Inovação ∙ Talenter™